Se do jornalismo espera-se a verdade, da publicidade espera-se qualquer coisa! Só pode ser esta a explicação para alguns absurdos que encontro em diversos anúncios por aí. Agora mesmo há uma nova modalidade de enganação, ainda bem que desta vez só afeta o besta do anunciante que paga a inserção.
Funciona assim: o internauta acessa uma página qualquer na internet e surge um anúncio no meio da página (irritante, é claro!) com uma cruzinha bem no meio da figura. Distraído, o sujeito clica ali com a intenção de fechá-lo, mas aí, surpresa!, o anúncio, ao contrário do que você pediu, abre. Pois, a cruzinha real está lá em cima, escondida.
E aí, você irá perguntar, o que a agência ganha com isso, afinal, o cliente fechará de qualquer jeito assim que a página abrir e nem verá o produto?! Acontece que na internet o anunciante, geralmente, paga o portal pelo número de acessos. Dane-se qual o tempo de pemanência, o impacto, o interesse. Clicou, contabilizou. Sacou a jogada?! O cliente perde, você se irrita, mas a agência e o portal sorriem como sempre. A modalidade podia se chamar acesso... de risos.
Funciona assim: o internauta acessa uma página qualquer na internet e surge um anúncio no meio da página (irritante, é claro!) com uma cruzinha bem no meio da figura. Distraído, o sujeito clica ali com a intenção de fechá-lo, mas aí, surpresa!, o anúncio, ao contrário do que você pediu, abre. Pois, a cruzinha real está lá em cima, escondida.
E aí, você irá perguntar, o que a agência ganha com isso, afinal, o cliente fechará de qualquer jeito assim que a página abrir e nem verá o produto?! Acontece que na internet o anunciante, geralmente, paga o portal pelo número de acessos. Dane-se qual o tempo de pemanência, o impacto, o interesse. Clicou, contabilizou. Sacou a jogada?! O cliente perde, você se irrita, mas a agência e o portal sorriem como sempre. A modalidade podia se chamar acesso... de risos.
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