Era Páscoa. Eu e a minha mãe entramos de mansinho na casa da Tia Vera. A ordem era permanecer em silêncio, sem mexer em nada, sentado na sala. A mulher chorava sem parar. Nunca entendi como alguém podia ser tão triste com tanto chocolate disponível.
segunda-feira, 3 de março de 2008
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