quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Esperança

Fico profundamente chocado com o grau de esperança dos especialistas em desastres aéreos. Será que eles imaginam mesmo que um bote salva-vidas, um colete fluorescente, um balão de oxigênio e um treinamento de dois minutos realmente evitarão que todos os passageiros a bordo (uns 400) morram após caírem 10 mil metros num jumbo de milhões de toneladas em uma selva inóspita ou no mar aberto a -5º C?!

Alguém me perguntará: e o piloto que pousou no rio Hudson, em Nova Iorque?! Bom, este daí fez isso só para... só para fuder minha crônica!

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