É impressionante a facilidade para operar os instrumentos de emergência nos ônibus e metrô.
Da próxima vez que andar de transporte coletivo, repare nas claras instruções:
Em caso de emergência, quebre a tampa (espero que um soco médio resolva, pois além de não portar luvas de boxe nos bolsos, também não carrego martelos nem facas);
A seguir, puxe a alavanca (novamente peço a Deus que a força seja só razoável);
Por último, force as portas. E aqui faço um adendo: prepare-se para ser pisoteado, afinal, casos de emergência imagino que envolvam incêndios, explosões, desmoronamentos, etc. E nestas situações, não sei se será muito simples pedir calma e organização, quanto mais uma fila indiana com idosos, crianças e mulheres na frente.
O mais legal da história, então, são os ônibus. Lá os procedimentos envolvem uma machadinha para quebrar os vidros. Sim, está escrito machadinha. Todo bus tem uma pra você chamar de sua.
Ao menos ninguém se aproximará para bancar o espertinho e fugir antes de você organizar o plano de fuga.
Da próxima vez que andar de transporte coletivo, repare nas claras instruções:
Em caso de emergência, quebre a tampa (espero que um soco médio resolva, pois além de não portar luvas de boxe nos bolsos, também não carrego martelos nem facas);
A seguir, puxe a alavanca (novamente peço a Deus que a força seja só razoável);
Por último, force as portas. E aqui faço um adendo: prepare-se para ser pisoteado, afinal, casos de emergência imagino que envolvam incêndios, explosões, desmoronamentos, etc. E nestas situações, não sei se será muito simples pedir calma e organização, quanto mais uma fila indiana com idosos, crianças e mulheres na frente.
O mais legal da história, então, são os ônibus. Lá os procedimentos envolvem uma machadinha para quebrar os vidros. Sim, está escrito machadinha. Todo bus tem uma pra você chamar de sua.
Ao menos ninguém se aproximará para bancar o espertinho e fugir antes de você organizar o plano de fuga.
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