Quando a Xuxa apareceu para o mundo (notem que eu digo para o mundo, e não como veio ao mundo na capa da Ele e Ela) se lembrará do inferno que era escutar irmãs, primas e outras baixinhas meterem um X em tudo quanto era início de palavra, mesmo quando não convinha (sempre!). Super era Xuper. Tudo bem era Xuxo bem. E até, acho que pelo mesmo motivo, abrasileiraram Shampoo para Xampu (por mais que a agência responsável pela publicidade da Garnier ainda não tenha se dado conta disso).
Pois não é que o fenômeno de acrescentar uma letra antes de pronunciar as palavras voltou. A letra do momento é o I (de Iscola, segundo a professora Carla Perez). Todo usuário de I-phone, I-mac, I-pod e outros cacarecos criados pelo Steve Jobs mete a vogal no início do termo. Música passou para I-música. Arquivo passou a ser I-quivo, e assim por diante. O que me faz pensar se a Bíblia não tinha razão em condenar aquela aparentemente inofensiva maçãzinha.
Pois não é que o fenômeno de acrescentar uma letra antes de pronunciar as palavras voltou. A letra do momento é o I (de Iscola, segundo a professora Carla Perez). Todo usuário de I-phone, I-mac, I-pod e outros cacarecos criados pelo Steve Jobs mete a vogal no início do termo. Música passou para I-música. Arquivo passou a ser I-quivo, e assim por diante. O que me faz pensar se a Bíblia não tinha razão em condenar aquela aparentemente inofensiva maçãzinha.
Um comentário:
Muito bom.
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